4 dúvidas sobre saúde bucal na terceira idade

4 dúvidas sobre saúde bucal na terceira idade

A chegada na terceira idade provoca mudanças no organismo como um todo, demandando alguns cuidados extras com a saúde nessa fase. Esta atenção se estende também para o sorriso, que além de ter um grande impacto na autoestima, também afeta de forma significativa a qualidade de vida.

O Dr. Fábio Bibancos, ortodontista e consultor da GUM, marca americana de cuidado bucal que chegou há pouco no Brasil, pontua que além da perda óssea, comum após a chegada aos 65 anos, remédios e algumas patologias também podem influenciar na saúde bucal. O profissional responde abaixo as principais dúvidas sobre cuidado bucal nesta fase.

Os hábitos de higiene bucal devem mudar?
Não, a rotina de cuidado bucal permanece a mesma, escovar os dentes três vezes ao dia e não esquecer da limpeza interdental. Para otimizar a limpeza, o especialista indica o uso de escova de dente a bateria, por serem leves, práticas e auxiliarem a padronizar o movimento da escovação. Além disso, no caso de pessoas com idade mais avançada, em que as habilidades motoras podem estar comprometidas, as vibrações da escova a bateria ajudam a manter a limpeza, sem necessidade de colocar força nos braços. “Ao seguir uma rotina adequada de higiene bucal e visitar o dentista de seis em seis meses, é possível evitar perdas dentárias causadas por doenças bucais”, explica.

Boca seca, e agora?
Após os 60 anos, diminui gradativamente a produção de saliva que contêm nutrientes importantes para os dentes, como cálcio e fosfato. Essa diminuição na produção da saliva contribuí para o aumento do mau hálito e da xerostomia ou boca seca, que também é agravada pelo consumo de alguns medicamentos necessários nesta idade.

O Dr. Fábio Bibancos, ortodontista e consultor da GUM, marca americana de cuidado bucal que chegou há pouco no Brasil, pontua que além da perda óssea, comum após a chegada aos 65 anos, remédios e algumas patologias também podem influenciar na saúde bucal. O profissional responde abaixo as principais dúvidas sobre cuidado bucal nesta fase.

Os hábitos de higiene bucal devem mudar?
Não, a rotina de cuidado bucal permanece a mesma, escovar os dentes três vezes ao dia e não esquecer da limpeza interdental. Para otimizar a limpeza, o especialista indica o uso de escova de dente a bateria, por serem leves, práticas e auxiliarem a padronizar o movimento da escovação. Além disso, no caso de pessoas com idade mais avançada, em que as habilidades motoras podem estar comprometidas, as vibrações da escova a bateria ajudam a manter a limpeza, sem necessidade de colocar força nos braços. “Ao seguir uma rotina adequada de higiene bucal e visitar o dentista de seis em seis meses, é possível evitar perdas dentárias causadas por doenças bucais”, explica.

Boca seca, e agora?
Após os 60 anos, diminui gradativamente a produção de saliva que contêm nutrientes importantes para os dentes, como cálcio e fosfato. Essa diminuição na produção da saliva contribuí para o aumento do mau hálito e da xerostomia ou boca seca, que também é agravada pelo consumo de alguns medicamentos necessários nesta idade.
 

Outros problemas comuns na terceira idade podem influenciar na saúde bucal?
Certos problemas bucais são mais propensos a aparecer nessa faixa etária, como a cárie de raiz, gengivite, periodontite entre outras. Uma das formas de evitar o surgimento dessas doenças, é dedicar cuidado especial a limpeza interdental. Como muitos ainda não têm o hábito de passar fio dental com frequência, a dica é usar alternativas ao fio como as escovas interdentais que são mais práticas de utilizar e garantem uma limpeza eficaz entre os dentes.

Já uso prótese dental, quais cuidados devo ter?
Para quem já faz o uso da prótese dentária, a higiene bucal diária deve limpar o “céu da boca” (palato), a parte interna das bochechas, a língua e todo o rebordo gengival (gengiva), para evitar o acúmulo de placa bacteriana na boca.  O profissional indica ainda a escovação da prótese após cada refeição para retirar resíduos de alimentos. “Sempre consultar o dentista responsável pelo acompanhamento caso a prótese fique solta na boca ou esteja incomodando ao falar ou ao mastigar”, recomenda.

Fonte: Novo momento